Jubarte
- Narrativa
Rafael sofria de esquizofrenia, tinha um irmão
imaginário. No muro de sua casa foi escrito “fulano assassino”, porém na
verdade era o seu próprio nome. Os pais dele o encaminharam para uma clínica,
onde ele achava ser a casa da tia Clinaci. Lá, o garoto descobriu um labirinto
com “pessoas plantas” e ficou super interessado.
No caminho, se apaixonou por uma garota que conheceria
mais tarde. Comia e bebia sua bala de hortelã e o chá que na verdade eram
apenas remédios para controlar as alucinações que a esquizofrenia causa. Ele
estava nessa clínica pois seu irmão havia se acidentado com uma garota de 17
anos, e seus pais resolveram preservá-lo.
Um tempo depois, a menina vem até a casa da tia Clinaci e
pede para Rafael tirar algumas fotos dela com as “pessoas plantas”, eles
conversaram mas logo a garota foi embora. Nesse mesmo dia o garoto viu uma
noticia de uma baleia que havia encalhado na areia da praia por duas vezes e
acabou morrendo.
Seus pais o visitaram e seu pai contou-lhe toda a
verdade. Rafael não conseguia aceitar aquilo, então ele escreveu uma carta par
a garota que se apaixonara, mencionando sua história com a da baleia Jubarte. O
garoto então foi até o labirinto que encontrara quando chegou á clínica e
suicidou-se, vivendo agora como um pássaro livre.
Lucas Scherer, aluno do
9° ano do Colégio Imaculada Conceição 08/10/2018.
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