quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Jubarte - Narrativa


Jubarte - Narrativa

            Rafael sofria de esquizofrenia, tinha um irmão imaginário. No muro de sua casa foi escrito “fulano assassino”, porém na verdade era o seu próprio nome. Os pais dele o encaminharam para uma clínica, onde ele achava ser a casa da tia Clinaci. Lá, o garoto descobriu um labirinto com “pessoas plantas” e ficou super interessado.
            No caminho, se apaixonou por uma garota que conheceria mais tarde. Comia e bebia sua bala de hortelã e o chá que na verdade eram apenas remédios para controlar as alucinações que a esquizofrenia causa. Ele estava nessa clínica pois seu irmão havia se acidentado com uma garota de 17 anos, e seus pais resolveram preservá-lo.
            Um tempo depois, a menina vem até a casa da tia Clinaci e pede para Rafael tirar algumas fotos dela com as “pessoas plantas”, eles conversaram mas logo a garota foi embora. Nesse mesmo dia o garoto viu uma noticia de uma baleia que havia encalhado na areia da praia por duas vezes e acabou morrendo.
            Seus pais o visitaram e seu pai contou-lhe toda a verdade. Rafael não conseguia aceitar aquilo, então ele escreveu uma carta par a garota que se apaixonara, mencionando sua história com a da baleia Jubarte. O garoto então foi até o labirinto que encontrara quando chegou á clínica e suicidou-se, vivendo agora como um pássaro livre.
           
           

Lucas Scherer, aluno do 9° ano do Colégio Imaculada Conceição  08/10/2018.

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