Julgamento
Na contemporaneidade, a corrupção está muito presente em
nosso país. Quando se pronuncia este termo, logo associamos a política, no
entanto, não é apenas nesse setor que isso ocorre.
Antes de julgarmos alguém, devemos condenar a nós mesmos,
pois podemos estar praticando o mesmo ato. Nessa assertiva, afirmou Antoine de
Saint-Exupéry “se consegues fazer um bom julgamento de ti, és um verdadeiro
sábio”.
Analogamente, a população praticadora desse ato deve ter
consciência de que é extremamente errado e corrigí-lo. Já salientava Confúcio
“não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”.
Além de corrigir as nossas falhas, temos que excluí-las
de nossa vida, para acontecer um final feliz. Nessa assertiva, enalteceu Chico
Xavier “embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um
pode começar agora e fazer um novo fim”.
Neste ínterim, a corrupção é colocada de forma geral,
onde temos que julgar a nós mesmos antes de condenar alguém e corrigir isso,
para que o final seja melhor que o nosso começo.
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