quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Julgamento

Julgamento

            Na contemporaneidade, a corrupção está muito presente em nosso país. Quando se pronuncia este termo, logo associamos a política, no entanto, não é apenas nesse setor que isso ocorre.
            Antes de julgarmos alguém, devemos condenar a nós mesmos, pois podemos estar praticando o mesmo ato. Nessa assertiva, afirmou Antoine de Saint-Exupéry “se consegues fazer um bom julgamento de ti, és um verdadeiro sábio”.
            Analogamente, a população praticadora desse ato deve ter consciência de que é extremamente errado e corrigí-lo. Já salientava Confúcio “não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”.
            Além de corrigir as nossas falhas, temos que excluí-las de nossa vida, para acontecer um final feliz. Nessa assertiva, enalteceu Chico Xavier “embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.
            Neste ínterim, a corrupção é colocada de forma geral, onde temos que julgar a nós mesmos antes de condenar alguém e corrigir isso, para que o final seja melhor que o nosso começo.

Lucas Scherer, aluno do 9º ano. 09/08/2018

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