quarta-feira, 17 de outubro de 2018

A guerra no bom fim


A guerra no bom fim

         A obra “a guerra no bom fim” do autor Moacyr Scliar, da editora LPM, ressalta a história de uma turma de judeus em porto Alegre, onde lutam para sobreviver diante da guerra contra os alemães.
            Esta turma de judeus tinha um líder que sabia de tudo o que acontecia, o rei Joel. Ele comandava o grupo nas batalhas contra os alemães. Na escola, os professores ressaltavam a história de Jesus Cristo, dando a culpa para eles.
            Moravam em um bairro muito pobre, o Bom fim, onde, na maioria das vezes, as pessoas reclamavam e não davam valor ao que tinham. Já enaltecia Moacyr Scliar “vocês só vão valorizar mais tarde”.
            Chegou o dia da primeira batalha, onde os alemães, com seus equipamentos pesados, lutaram contra a turma de judeus. O grupo saiu vitorioso, eles riam, se davam tapas nas costas e rolavam no chão de tanto rir.
            O contexto histórico que se passa no livro relata a Segunda Guerra Mundial, onde os alemães comandados por Hitler, seu líder, tinham a missão de eliminar os judeus do mundo, no qual eram chamados de raça infeliz, pois não gostavam de Jesus Cristo. ”Ele era diferente. Uma vez ficou quarenta dias sem comer e a gente o que mais gostava era comer. A gente vivia com fome, comer era uma festa! Ele espalhava tristeza, ele era goi.” Salientou Moacyr Scliar.
            Fatos reais mostram o desprezo, ignorância e preconceito com os judeus, que ainda acontece atualmente com os negros, por exemplo. Nos fictícios, dão mais valor aos jovens do que a sabedoria e experiência dos mais velhos.
            A turma ganha mais uma batalha em Capão da Canoa, e a guerra chega ao fim. Samuel morava ao lado da casa de Ralf Schmidt, sobrevivente do confronto, tinha três filhos. Eles capturaram e mataram ele, fazendo churrasco de judeu, não sabendo a dor que sentiu. “Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente.” Ressaltou William Shakespeare.
            Neste ínterim, mostra que a Segunda Guerra Mundial foi ruim para todos, e que o preconceito pela religião e cor da pele continua até hoje. Quando isso irá acabar?

Cordialmente
Lucas Scherer, um aluno preocupado com o preconceito e a evolução das guerras. 19/03/2018

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