A
guerra no bom fim
A obra “a guerra no bom fim” do autor
Moacyr Scliar, da editora LPM, ressalta a história de uma turma de judeus em
porto Alegre, onde lutam para sobreviver diante da guerra contra os alemães.
Esta turma de judeus tinha um líder que sabia de tudo o
que acontecia, o rei Joel. Ele comandava o grupo nas batalhas contra os
alemães. Na escola, os professores ressaltavam a história de Jesus Cristo,
dando a culpa para eles.
Moravam em um bairro muito pobre, o Bom fim, onde, na
maioria das vezes, as pessoas reclamavam e não davam valor ao que tinham. Já
enaltecia Moacyr Scliar “vocês só vão valorizar mais tarde”.
Chegou o dia da primeira batalha, onde os alemães, com
seus equipamentos pesados, lutaram contra a turma de judeus. O grupo saiu
vitorioso, eles riam, se davam tapas nas costas e rolavam no chão de tanto rir.
O contexto histórico que se passa no livro relata a
Segunda Guerra Mundial, onde os alemães comandados por Hitler, seu líder,
tinham a missão de eliminar os judeus do mundo, no qual eram chamados de raça
infeliz, pois não gostavam de Jesus Cristo. ”Ele era diferente. Uma vez ficou
quarenta dias sem comer e a gente o que mais gostava era comer. A gente vivia
com fome, comer era uma festa! Ele espalhava tristeza, ele era goi.” Salientou
Moacyr Scliar.
Fatos reais mostram o desprezo, ignorância e preconceito
com os judeus, que ainda acontece atualmente com os negros, por exemplo. Nos
fictícios, dão mais valor aos jovens do que a sabedoria e experiência dos mais
velhos.
A turma ganha mais uma batalha em Capão da Canoa, e a
guerra chega ao fim. Samuel morava ao lado da casa de Ralf Schmidt,
sobrevivente do confronto, tinha três filhos. Eles capturaram e mataram ele,
fazendo churrasco de judeu, não sabendo a dor que sentiu. “Todo mundo é capaz
de dominar uma dor, exceto quem a sente.” Ressaltou William Shakespeare.
Neste ínterim, mostra que a Segunda Guerra Mundial foi
ruim para todos, e que o preconceito pela religião e cor da pele continua até
hoje. Quando isso irá acabar?
Cordialmente
Lucas Scherer, um aluno
preocupado com o preconceito e a evolução das guerras. 19/03/2018
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