Aluno: Áureo Kauã Bassegio Nº: 4 Turma: 61
Data: 9/3/2018
Matéria: Português Professora:
Sandra Backes Altenhofen
A hora da
decisão
Róbson, um
menino muito alegre, mas de família com problemas financeiros. O pai, Zé
Estevão, uma camelô vendedor de relógios, e a mãe Joana vendia doces e
salgados, só que ultimamente, a freguesia estava muito difícil.
O menino
acordou entusiasmado. Ele e o amigo Lulu iam jogar contra dois valentões da
quinta série, César um loiro e Marcelo, um chato com uma pinta sob o olho.
Róbson, andava cada vez mais rápido até a escola, logo já estava correndo.
Ele chegou
bem a tempo, mas Lulu havia sumido. Tentou jogar sozinho, mas de cara, logo
tomou um gol, daí Tampinha, um menino da segunda série se ofereceu para
completar o time de Róbson. Logo na primeira vez que encostou na bola, correu,
cortou Marcelo e só teve o trabalho de empurrar para o gol.
Depois de
uma dividida, a bola voou para a rua e um caminhão passou por cima
estourando-a. Marcelo quase bateu em Róbson mas um professor passou por perto.
Quando os dois valentões foram embora, ele disse para avisá-lo de qualquer
coisa.
No recreio,
Marcelo disse “amanhã me traga uma bola nova, senão...” Róbson estava assustado
com essa ultima palavra, Ele não traria a bola, pois a culpa não era dele, mas
estava amedrontado com o que poderia acontecer se não trouxesse.
César e
Marcelo estavam parados no portão da escola, na espera da bola, quando não a
viram, partiram para cima de Róbson. Tampinha pulou nas costas de um deles e
correu para dentro da escola com Róbson, onde encontraram aquele professor.
Chegou em
casa, almoçou e foi trabalhar junto ao
pai. De vez em quando, aparecia uma loira chamada Susana que queria oferecer
dinheiro a Zé Estevão em troca de um trabalho sujo.
Quando
chegaram em casa, Joana estava chorando. Os dois perguntaram o motivo, mas ela
disse que contaria de meio-dia porque estava muito tarde. No outro dia, Lulu
trouxe a bola e o jogo foi terminado. Róbson fez um gol e de novo foi
estourada, então saíram cantando a vitória.
O Guri lembra da bola até para escrever... ;-p
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