terça-feira, 16 de outubro de 2018

A idade de ser feliz


Aluno: Áureo Kauã Bassegio
Nº: 04
Turma: 61
Professora: Sandra Backes Altenhofen
Disciplina: Português
Data: 15/08/18

A idade de ser feliz

Júnior, um menino triste, com cara de choro, que não se animava com nada. Sua mãe lhe dava presentes levava ao shopping, uma vez até viajou pelo mundo inteiro, mas ele ficava com a mesma expressão facial. Ela afundada em dívidas, trabalhava muito agora e não podia mais incentivar o garoto.
Um dia, recebeu uma visita de uma amiga e acabou comentando sobre a situação de Júnior, que não dera um sorriso sequer desde que o pai faleceu em um acidente de trabalho. Ele trabalhava em uma mina que explodiu por descuidos. Após um tempo, a mulher recomendou um psicólogo. Não custava tentar!
No outro dia, a mãe marcou a consulta com o doutor Sá Bidus. Júnior chegou com a cara de sempre e o mesmo jeito tristonho. O senhor era careca, barba branca, óculos grossos além de falar que nem o moço do rádio. A primeira sessão foi apenas de apresentações entre os dois.
Na 2ª consulta, Sá Bidus fez algumas perguntas e várias anotações. 3ª sessão:  conversaram a respeito, o doutor deu alguns conselhos e Júnior até não estava tão triste na volta para casa. Percebendo isso, a mãe não parou mais de levar o filho ao psicólogo.
 4ª consulta: mais diálogos e bons conselhos, Júnior quase riu. Sá Bidus estava se tornando um pai para o menino. 5ª encontro: um ligeiro sorriso. 6ª
 sessão: finalmente o garoto deu uma risada em alto e bom som.
Júnior finalmente descobriu a idade para ser feliz. É agora e hoje. O presente, um tempo perfeito para a alegria.

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