quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Uma mente brilhante

Uma mente brilhante

            Eu, Jhon Nash, estava na faculdade, estudando matemática. Não me relacionava muito com as pessoas, tinha esquizofrenia. Era esculachado e zoado por todos que ali estavam.
            Meu suposto colega de quarto era Charles, porém, descobri com o tempo que ele nem sequer existia. Superei as minhas derrotas e me tornei um excelente decifrador de códigos. Aclamavam minha ajuda ao governo, onde conheci William Parcher.
            Esse homem também não era real, mas só comecei a entender por causa de minha esposa, alicia. Fui levado para um hospital psiquiátrico, onde fiz sessões de choque, tive um filho com ela e resolvi tentar recuperar minha vida.
            Voltei à faculdade onde estudei quando jovem. Comia meu lanche sempre na biblioteca, porém, um dia, me alimentei numa sala onde já fui humilhado quando era estudante. Fui convidado para participar do Prêmio Nobel.
            Havia dito que a matemática não é exata. Dediquei o prêmio para Alicia, pois ela me fez acreditar que é possível e que a matemática é impossibilitada de descobrir a incógnita do amor.

Credibilidade: Já enaltecia Cora Coralina “Com as pedras que me atiram, construí minha obra”

Lucas Scherer, aluno do 9º ano. 12/07/2018

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