Uma
mente brilhante
Eu, Jhon Nash, estava na faculdade, estudando matemática.
Não me relacionava muito com as pessoas, tinha esquizofrenia. Era esculachado e
zoado por todos que ali estavam.
Meu suposto colega de quarto era Charles, porém, descobri
com o tempo que ele nem sequer existia. Superei as minhas derrotas e me tornei
um excelente decifrador de códigos. Aclamavam minha ajuda ao governo, onde
conheci William Parcher.
Esse homem também não era real, mas só comecei a entender
por causa de minha esposa, alicia. Fui levado para um hospital psiquiátrico,
onde fiz sessões de choque, tive um filho com ela e resolvi tentar recuperar
minha vida.
Voltei à faculdade onde estudei quando jovem. Comia meu
lanche sempre na biblioteca, porém, um dia, me alimentei numa sala onde já fui
humilhado quando era estudante. Fui convidado para participar do Prêmio Nobel.
Havia dito que a matemática não é exata. Dediquei o
prêmio para Alicia, pois ela me fez acreditar que é possível e que a matemática
é impossibilitada de descobrir a incógnita do amor.
Credibilidade: Já
enaltecia Cora Coralina “Com as pedras que me atiram, construí minha obra”
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