Prezado editor!
Na contemporaneidade, o
mundo está muito individualista, voltado somente para os bens materiais.
Estamos nos esquecendo do que realmente importa: o que é ser feliz. Deixamo-nos
ser influenciados pela mídia, que mostra apenas as coisas ruins e nos leva para
o lado do dinheiro, esquecendo-se de dar umas boas risadas e de ser alegre.
Somos acostumados da
forma equivocada, aonde para nós o trabalho vem antes da família, de amigos e
lazer. A vida da sociedade atual segue um padrão regular, ninguém busca uma
oportunidade de mudar, preferimos viver na mesma rotina chata, sem alegria.
Como já enaltecia Érico Veríssimo “Quando os ventos de mudança sopram, umas
pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de vento”.
É isso que as
sociedades futuras necessitam, de transformação, de rever
nossos conceitos, de ver o que é mais importante para nós, o dinheiro ou
a alegria? Como dizia Abraham Lincoln “Os melhores momentos da vida não tiveram
nada a ver com dinheiro”.
As principais doenças
que ocorrem no mundo atualmente são a depressão e o stress. Essas doenças estão
interligadas com o trabalho excessivo e a tristeza. Tempos passados as pessoas
deixavam de trabalhar para sair com os amigos, atualmente fazemos o caminho
inverso.
As gerações atuais,
principalmente os jovens, estão sempre conectadas com a tecnologia, que é muito
importante. Mas ela também está afastando os jovens das famílias, muitos
adolescentes não leem mais livros, não tomam um banho de chuva, não se sujam
mais. Para que suar e me sujar se posso ficar na frente do computador? Essa é a
pergunta que muitos jovens atualmente fazem para si mesmos. Outra doença que
está atingindo a população em larga escala é a obesidade. As crianças estão
deixando de praticar esportes ou fazer alguma atividade física. Alguns anos
atrás as mães tinham que puxar o filho para dentro de casa, porque tinha ficado
o dia todo na rua brincando. Atualmente, os pais tiram os filhos da frente do
computador, para ir pro sol e se divertir.
O mundo precisa de
pessoas que respeitem as diferenças. Tom de pele, condição financeira,
religião, não é critérios pra julgar o povo. Ninguém é melhor que ninguém.
Todos devem ter os mesmos direitos, só que atualmente o povo é muito
individualista, só pensa em si mesmo e não pensa que os outros podem estar em
uma situação pior. Algum dia vou precisar de ajuda, outro dia vou dar, e é
assim que deveria ocorrer o ciclo da vida.
O que falta para o ser
humano é confiar que o mundo pode melhorar, não fazemos nada para mudar, porque
achamos que não dará certo, somos todos pessimistas. Quando uma pessoa fala
para outra que vai dar certo, todo mundo acreditar e trabalhar para isso, o
ambiente vai melhorar. Como expressava Thiago de Mello “O seu trabalho não é a
pena que paga por ser homem, mas um modo de amar e de ajudar o mundo a ser
melhor.”
Em suma, para as
gerações futuras viverem bem e com qualidade, precisamos de mais amor e
respeito pelo próximo. Menos ganância por bens materiais, pois o mundo não gira
em torno do dinheiro, e sim das pessoas e também o povo precisa ser feliz e
alegre para com isso ter uma vida próspera, com muita paz e alegria.
Nenhum comentário:
Postar um comentário