Nome:
Gabriel Benke Marusiak
Nº: 11
Professora:
Sandra Backes
Turma:61
Por trás das Cortinas
Era uma vez uma menina chamada Ana Júlia que
passou suas férias num vilarejo, mas vamos começar do começo. Sua família
arranjou uma casa que sua tia morreu numa cidade menor e então foram pra lá. A
filha Ana Júlia não queria ir mas foi obrigada.
Quando
chegaram para conhecer a casa viram que era bem grande e com bastante quadros.
Mas não havia sinal e a menina não gostou, falava que já era chato ainda mais
agora sem conexão. No outro dia, ela acordou e sentia um cheiro de café e foi
tomar seu café da manhã.
Tinha
sido a primeira a acordar, só havia ela e a empregada. Começaram a puxar
assunto e falaram sobre sua tia que viveu ali, mas morreu odiada por todos.
Valquíria a empregada parecia esconder algo e não dizia o quê.
Mas
falava sobre que talvez ainda estivesse em espírito aqui iria dizer mais, na hora que a mãe
chegou, as duas ficaram quietas. A tarde
sentiu um cala frio no galpão.Lá havia um baú que era muito pesado e não tinha
como tirar do lugar.
Precisava
também de uma chave, ela ficou curiosa pensando o que havia ali. Na outra manhã
viu uma bala no chão na frente do galpão e ficou assustada. Será que a tia
Efigênia fez isso, tudo estava muito estranho.
Dias
passaram e tudo continuava um tédio até que um dia foi no galpão à noite e
descobriu que havia cinco pessoas ali. Eles se apresentaram a ela, falaram que
se reuniam ali para conversar, mas foi um desfio com gente morando no local.
Conversaram por um bom tempo e vieram
amigos mesmo que os pais não deixassem.
Porque
tia Efigênia era louca e não podiam se aproximar de gente assim. Também
comentaram do baú e procuravam a chave no galpão e não acharam. Eles iriam se
reunir toda noite, Ana Júlia iria procurar a chave dentro da casa. No dia
seguinte, os pais foram embora e ela aproveitou para procurar.
Procurava
e não achava até que ficou olhando para o retrato da tia Efigênia e parecia que
fixava o olho para um único lugar. Estava ansiosa para contar a seus amigos e
não esperavam a hora.
De
noite, abriram o baú e não acreditavam, era só roupas, tiraram para ver e havia
um fundo falso. Era um esconderijo e quando entraram viram livros e pegaram os
mais importantes e foram para as casa lerem.
Choraram,
era muito emocionante as histórias que contavam sobre ela. Tia Efigênia
escondia gente que protestava contra o regime militar e para segurança de todos
se afastou. Quando se reuniram decidiram montar uma peça a homenagem à ela e
falar toda verdade.
Na
peça falaram a história de tia Efigência e então ninguém mais a odiou e começou
e aplaudiram a presentação. Ana Júlia ficou mais uma semana e os amigos se
divertiram até que ela foi embora e todos sentiram saudades, mas sabiam que um
dia iriam se reencontrar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário