quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Por trás das Cortinas


Nome: Gabriel Benke Marusiak                     Nº: 11
Professora: Sandra Backes                      Turma:61

  
Por trás das Cortinas
             Era uma vez uma menina chamada Ana Júlia que passou suas férias num vilarejo, mas vamos começar do começo. Sua família arranjou uma casa que sua tia morreu numa cidade menor e então foram pra lá. A filha Ana Júlia não queria ir mas foi obrigada.
            Quando chegaram para conhecer a casa viram que era bem grande e com bastante quadros. Mas não havia sinal e a menina não gostou, falava que já era chato ainda mais agora sem conexão. No outro dia, ela acordou e sentia um cheiro de café e foi tomar seu café da manhã.        
            Tinha sido a primeira a acordar, só havia ela e a empregada. Começaram a puxar assunto e falaram sobre sua tia que viveu ali, mas morreu odiada por todos. Valquíria a empregada parecia esconder algo e não dizia o quê.
            Mas falava sobre que talvez ainda estivesse em espírito  aqui iria dizer mais, na hora que a mãe chegou, as  duas ficaram quietas. A tarde sentiu um cala frio no galpão.Lá havia um baú que era muito pesado e não tinha como tirar do lugar.
            Precisava também de uma chave, ela ficou curiosa pensando o que havia ali. Na outra manhã viu uma bala no chão na frente do galpão e ficou assustada. Será que a tia Efigênia fez isso, tudo estava muito estranho.
            Dias passaram e tudo continuava um tédio até que um dia foi no galpão à noite e descobriu que havia cinco pessoas ali. Eles se apresentaram a ela, falaram que se reuniam ali para conversar, mas foi um desfio com gente morando no local. Conversaram por um bom tempo  e vieram amigos mesmo que os pais não deixassem.
            Porque tia Efigênia era louca e não podiam se aproximar de gente assim. Também comentaram do baú e procuravam a chave no galpão e não acharam. Eles iriam se reunir toda noite, Ana Júlia iria procurar a chave dentro da casa. No dia seguinte, os pais foram embora e ela aproveitou para procurar.
            Procurava e não achava até que ficou olhando para o retrato da tia Efigênia e parecia que fixava o olho para um único lugar. Estava ansiosa para contar a seus amigos e não esperavam a hora.
            De noite, abriram o baú e não acreditavam, era só roupas, tiraram para ver e havia um fundo falso. Era um esconderijo e quando entraram viram livros e pegaram os mais importantes e foram para as casa lerem.
            Choraram, era muito emocionante as histórias que contavam sobre ela. Tia Efigênia escondia gente que protestava contra o regime militar e para segurança de todos se afastou. Quando se reuniram decidiram montar uma peça a homenagem à ela e falar toda verdade.
            Na peça falaram a história de tia Efigência e então ninguém mais a odiou e começou e aplaudiram a presentação. Ana Júlia ficou mais uma semana e os amigos se divertiram até que ela foi embora e todos sentiram saudades, mas sabiam que um dia iriam se reencontrar.

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