Max
e os felinos
Prezado leitor:
A obra de Moacyr Scliar “Max e os felinos” relata a
história de uma viagem incrível! Mas primeiro será dito o começo de tudo; esse
tal de Max era filho de um vendedor de peles dos animais que caçava em suas
expedições de caça. Em cima de um armário estava um jaguar bem grande
empalhado. Max morria de medo dele.
“Tudo é considerado impossível até acontecer” foi como
disse Nelson Mandela; essa reflexão se encaixa bem na historia do livro. Max
foi caçado pelos nazistas (sim, se passava naquela época), teve de fugir para o
Brasil que mais tarde afundou, deixando apenas o Max e um baita dum jaguarzão.
Os tripulantes haviam fugido e deixado ele ali abandonado com o bicho.
Esse livro é bom e tudo mais só que poderiam ter mais partes
com o bote no meio do oceano, isso combinaria mais com a capa. Teve uma vez que
o Max foi visitar os seus pais na Alemanha; ele não gostou muito do que viu. A
sua cidade estava em ruínas, a mãe morrera pouco depois de ele ter saído de lá,
a loja de peles era um monte de ruínas, a sua casa também, seu pai ficara louco
e fora internado num sanatório.
De volta para o Brasil, Max jurou nunca mais voltar á
Alemanha que fora devastada pela guerra. Conforme salientava Martin Luther
King: “aprendemos a voar como os pássaros e a nadar como os peixes, mas não
aprendemos a viver como irmãos”. . Isso mostra como o mundo esta podre e
estragado, nada pode ser tirado mais dele, pois só sobrou a escória da maldade,
da crueldade, e ninguém quer isso para si, pois a escória é a parte ruim da
coisa .
Portanto, esse é um livro bom, porém, como foi dito
antes, poderiam ter mais partes com o bote, mas já é digno de quatro estrelas.
Devemos acreditar que a maldade que existe hoje vai acabar; Deus disse isso na
Bíblia. Esse livro é destinado para o público juvenil e adulto. Existe algum
uso de linguagem formal; esse livro também tem um filme: “As aventuras de Pi”
esse filme é diferente do livro, mas é a mesma história com algumas diferenças.
Os dois tem um menino isolado no mar com um tigre.
Bruno Tovo
Dois Irmãos oito
de julho de 2018
Nenhum comentário:
Postar um comentário