Nome: Kauã Rodrigo Lauxen 9º ano Colégio Imaculada Conceição
Jubarte
A
obra “Jubarte” do autor Luis Dill tem uma linguagem em 1º pessoa e extremamente
fácil, espontânea e que entretém o leitor e contém também gírias e palavras do
nosso dia-dia, fazendo que se torne algo bom de ler. Às vezes, bem repetitivo e
muito detalhado para fatos indiferentes para a história.
O
enredo é bom, a história é alucinante, em certos pontos o leitor se identifica
com Rafael, mantém um suspense e isso foi incrível. Em questão da inclusão
social, o livro traz o fato da clinica estar ajudando ele a conviver na
sociedade.
O
Luis Dill teve uma ótima ideia de falar sobre a doença ao mesmo tempo em que
conta uma história, mantendo além do entretenimento, o conhecimento. A atuação
dos personagens foi boa, sem nenhum momento “forçado” com bastante diálogos
fantásticos, mas o final ficou muito aberto, não deixando claro o que
aconteceu, isso foi em ponto negativo do livro.
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