Série: 71 Data: 16\08\18
Disciplina: Português
Professora: Sandra
O
Menino da Lista de Schindler
1) Nome do Livro: O
Menino da Lista de Schindler
2) Autor: Leon Leyson
3) Editora: ROCCO Jovens
Leitores
4) Personagens
Principais e suas características:
O personagem principal
é Leon Leyson que conta sua vida desde infância antes da segunda guerra, passando
pelo período difícil da guerra e as mudanças depois que a guerra acaba. Leon
tinha quatro irmãos: os mais velhos Hershel, Tsalig e David com quem passava
bastante tempo e sua irmã, Pezla.
5) Ambiente da história (descrever
num parágrafo)
A
história contada no livro se passa em vários locais e cidades diferentes.
Começa em Narewka, uma área rural na Polônia. Ainda criança a família muda para
Cracóvia, cidade grande com prédios, fábricas, etc. Depois passa em campos de
concentração de judeus em Auchuitz, Ptaszow, Grom-Roseen, Brünnitz, Salzbuco,
Wetslar, Bremerhaven. Por um período menor na Alemanha, em área de ocupação
americana, e por fim nos EUA, em Los Angeles.
4) Resumo
O
Menino da Lista de Schindler
A obra ¨O Menino da Lista de Schindler¨
do autor Leon Leyson, narra a história de sua vida, desde a infância quando ele
vivia na Polônia, durante a segunda guerra mundial e depois a mudança para um
novo país. Foi durante a guerra que ele
conheceu Oskar Schindler, o herói que ajudou milhares de judeus a sobreviver.
Leon
Leyson nasceu e morava em Narewka, uma aldeia na área rural da Polônia. Ele tinha
quatro irmãos e vivia uma vida simples no campo. Costumava brincar bastante com
o irmão David, tomar banho no rio com os amigos e ajudar com os afazeres.
Quando tinha 06 anos, o pai mudou para longe por causa do emprego, mas sempre que
podia visitava a família.
Em 1938, cinco anos depois de partir, o pai de Leon
comprou um apartamento em Cracóvia, onde trabalhava e chamou a família para
morar com ele. Leon, a mãe e os irmãos foram até lá de trem. Foi uma viagem
longa que durou um dia inteiro. Quando chegaram na cidade o pai estava
esperando por eles. No dia seguinte Leon e seu irmão David saíram para explorar
a nova cidade e ficaram fascinados com os prédios, parques e tudo que a cidade
tinha.
Estava tudo indo bem, mas um dia receberam a notícia de que
nazistas tinham invadido a Polônia. No começo não os alemães não deixavam fazer
coisas específicas, por exemplo, os judeus só podiam sentar no fundo do bonde,
mas depois proibiram quase tudo, eles nem podiam ir ao parque. ¨As restrições
se multiplicaram depressa. Parecia não haver mais nada que os judeus ainda
tinham permissão de fazer.”(p. 64).
Com
o passar tempo perceberam que a ideia dos nazistas era exterminar o povo judeu.
As coisas estavam cada vez piores, eles mal tinham comida. Os nazistas estavam
levando judeus da cidade para o campo, primeiro voluntariamente e depois a
força. Na fábrica havia rumores que Schindler estava fazendo uma lista de
judeus que seriam transferidos.
O
nome de Leon e sua família foram retirados da lista de Schindler e recolocados
na lista de Ptaszow, onde provavelmente morreriam. Ao ver Schindler, Leon
provocou um incidente chamando a atenção dele. Leon e Schindler conversam
fazendo Schindler recoloca Leon e sua família de volta na lista. Os judeus que
estavam nesta lista foram enviados para uma fábrica em outro país. Lá eles
tinham condições um pouco melhores, mais comida e não corriam risco morte.
Quando a guerra acabou em 1946 David e Pezla
atravessaram a fronteira para Tchecoslováquia. Leon por ser o caçula ficou com
a mãe. Um pouco depois conseguiram ir para uma área de ocupação Americana na
Alemanha com ajuda da ONU.
Ficaram
lá por 3 anos, Leon tinha aula com um professor alemão. Em 1949, receberam
autorização para emigrar para os EUA, moravam em Los Angeles onde encontraram
outros parênteses. Lá Leon estava com 19 anos.
Depois
de um tempo morando em Los Angeles, se estabeleceu e se tornou professor. Um
dia recebeu a notícia que Oskar Schindler estaria em Los Angeles em um
aeroporto. Leon foi até lá agradecê-lo e ficou surpreso ao ser reconhecido por
ele, porque não pensou que Schindler lembraria dele. “Nos Estados Unidos, eu raramente falava sobre
as minhas experiencias durante a guerra. Não parecia nem mesmo existir um
vocabulário para expressar aquilo que sentia.” (p. 205). Leon casou-se, teve filhos, escreveu uma
bibliografia e faleceu em 2013.

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