terça-feira, 25 de setembro de 2018

A decadência do machismo


A decadência do machismo

Clamar por direitos e protestar em casos injustos se tornou rotina para muitas mulheres, em pleno século XXI. Cada vez mais são perceptíveis as mudanças de hábitos na sociedade, visto que esta está admitindo que elas podem ser mais do que apenas donas de casa submissas ao marido. Mesmo assim, lamentavelmente, a luta está longe de terminar.
Até os dias atuais, são comuns os casos de demonstração machistas, principalmente por parte de figuras masculinas. O simples fato de ter o pensamento de que a mulher é quem deve cuidar das tarefas domésticas comprova essa afirmação. Millôr Fernandes, cronista da década de 1970, afirmou que “o melhor movimento feminino ainda é o dos quadris”. Logo, é notável que pessoas com grande representatividade na sociedade, tanto no século passado quanto no atual, já que o autor afira que suas danças são superiores a qualquer outra tarefa que aquelas fossem exercer.
Por outro lado, feministas estão cada vez mais ativas e têm mais direito à voz. Frida Kahlo, famosa pintora que sofreu diversas tragédias em sua vida, salientava que “se você m quer em sua vida, coloque-me nela. Eu não deveria estar lutando por uma posição”. Através de sua frase, esta reconhece o direito da figura feminina a posições na sociedade, independente de suas ocupações. Dessa forma, continuar a lutar é necessário para adquirir a igualdade entre os sexos, apesar de já serem perceptíveis as mudanças de opiniões ao longo dos anos, ao redor do globo.
Portanto, são notáveis as mudanças nas camadas populares. Contudo, ainda há muito que se fazer, para que os direitos sejam iguais, sem que o gênero importe. Para isso, mobilizações sociais, cartazes de conscientização e investimentos, pelo Governo, na educação do país são essenciais, para que todos aprendam a ter respeito um pelo outro.

Natália Soligo Collet

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